Copa do Mundo da FIFA 2026
Algo estranho está acontecendo nesta Copa do Mundo: os jogos estão mais curtos. A FIFA acrescentou quatro novas regras ao torneio de 2026 para combater a perda de tempo, e funcionaram — a média de jogo caiu para 96:08, abaixo dos inchados 102:43 do Catar 2022. Ótimo. Genuinamente ótimo.
Mas eis o que os melhores momentos não mostram: a FIFA agora fará quase qualquer coisa para administrar o relógio — cronometrar substituições, banir jogadores lesionados por um minuto, proibir paralisações do goleiro, conceder escanteios por perda de tempo — exceto a única coisa óbvia. Parar o relógio. Eis tudo o que mudaram — e quão perto estão da resposta que insistem em recusar.
Mudanças de Regra de 2026
Eis tudo o que a FIFA e a IFAB mudaram para recuperar o tempo perdido neste torneio. Cada uma é um remendo. Nenhuma delas é um relógio.
As substituições agora são cronometradas. Demorar para sair de campo a fim de queimar segundos é punido em vez de recompensado.
Um jogador que precisa de atendimento em campo deve permanecer fora por cerca de um minuto — eliminando o incentivo de fingir uma pancada e interromper o jogo.
Segure a bola por mais de oito segundos e é escanteio (em vigor desde 1 de julho de 2025). O árbitro faz a contagem regressiva dos cinco segundos finais com o braço erguido. O antigo tiro livre indireto de 6 segundos nunca era aplicado; um escanteio é.
As demoras "táticas" do goleiro estão proibidas, e os minutos automáticos antes adicionados para pausas de refrescamento foram removidos da contagem padrão.
O Indício
Se você quer a prova mais clara de que a cronometragem do futebol é incoerente, observe uma pausa de hidratação.
A FIFA passou esta Copa do Mundo provando que o problema é real e solucionável. Contaram os segundos. Vigiaram os goleiros. Cortaram seis minutos de tempo morto. Então pararam um passo antes do óbvio: um relógio que para quando a bola para.
Quatro curativos, ou um relógio parado. Veja a solução →